A REDENÇÃO: CHATÔ ENTRA EM CARTAZ DEPOIS DE 20 ANOS


O filme de Guilerme Fontes “ Chatô, O Rei do Brasil” chega finalmente aos cinemas de todo o país após 20 anos de produção. Desde o começo, o filme foi cercado por inúmeras polêmicas. O diretor foi acusado de mau gestor do dinheiro público e condenado, ano passado, pelo Tribunal de Contas da União a pagar uma dívida de R$82 milhões. Logo no início, tentou uma parceria com Francis Ford Coppola, mas o cineasta norte-americano abandonou o projeto quando descobriu que Fontes havia mergulhado numa dívida milionária.

Mas agora Fontes só tem o que comemorar, valeu a pena ser persistente e leal ao seu projeto, o filme tem a mídia a seu favor e conta com o reconhecimento do público e da crítica.


O longa narra a história do jornalista, empresário e político paraibano Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello (1892-1962), conhecido como Assis Chateaubriand, ou simplesmente Chatô. Este personagem foi um dos homens mais influentes do Brasil, entre os anos 1930 e 1960. Dono do maior conglomerado de mídia da América Latina, com mais de 100 jornais, emissoras de rádio e TV, revistas e agência telegráfica. Foi também um dos fundadores do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e responsável pela chegada da televisão ao Brasil. Em 1950 inaugurou a primeira emissora de TV do País: a Tupi.

O filme de Fontes deixa pra trás a triste lembrança das páginas policiais e entra definitivamente nos cadernos culturais. Digno do livro dos recordes, “ Chatô escapa de virar lenda urbana para fazer história como cinema de qualidade.

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