O CHEIRO DA PAIXÃO


É senso comum afirmar que: para que um relacionamento decole e tenha sobrevida é de suprema importância que haja química entre o casal. Quanto a isso todos estão de acordo, certo? A tal química mencionada nos romances e folhetins não é mera licença poética, ela de fato existe e tem início com o cheiro, ou seja, o feromônio. Tecnicamente este odor secretado por alguns animais, dentre eles o homem, é imperceptível ao olfato, no entanto, é percebido e decodificado pelo cérebro através dos complexos sensores neuronais. Leia também: O Cheiro Que Eles Gostam Os feromônios são determinantes no processo de enamoramento (troca de olhares) e atração sexual. Alguns cientistas defendem a tese de que nos apaixonamos por pessoas que tenham esses sinalizadores bioquímicos incompatíveis com os nossos (sistema imunológico diferente). Isso explica por exemplo, porque num universo onde se encontram várias "fêmeas", um homem se sente atraído, apenas por uma única mulher e vice-versa, corroborando a máxima de que os opostos se atraem. A palavra feromônio tem origem grega, resumindo o contexto, significa algo como "que transmite excitação". O termo foi cunhado pelos cientistas alemães Peter Karlson e Adolf Butenandt, no final da década de 1950. Então já sabemos que o cheiro (feromônio) é o elemento detonador no processo da paixão, porém para que ela se instale e nos deixe com cara de bobos e a famosa sensação de borboletas no estômago, toda vez que pensamos ou vemos nossa cara-metade, outros atores coadjuvantes (neurotransmissores) entram em cena para provocar uma avalanche de emoções no corpo do apaixonado.


A dopamina é o neurotransmissor da alegria e da felicidade, ela é responsável pela gostosa sensação de se estar numa "piscina de algodão doce" (risos). O efeito desse hormônio no cérebro é equivalente ao de se viciar em cocaína, por isso que se diz que a paixão é viciante, pois o indivíduo tem crise de abstinência, idêntica a do dependente químico, quando está longe da sua alma gêmea.

Leia também: Comer, Transar e Amar Também entra no coquetel químico da paixão a endorfina; que assim como a dopamina aciona o sistema de recompensa do cérebro, os mesmos que promovem o prazer (sexo, comida, drogas etc.); a feniletilamina que fixa a memória em tudo que se refere ao ser amado (cheiro, voz, toque...) e os hormônios ocitocina e vasopressina responsáveis pelo laços afetivos intensos. Estes últimos são liberados após a relação sexual, proporcionando bem-estar e conexão.

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