JANELA FEMININA

 “Quando uma porta se fecha, Deus abre uma JANELA”. “Se as portas estão fechadas tente as JANELAS”. “Os olhos são as JANELAS da alma”.  Estes aforismos definem a sutil importância de uma janela em nossas vidas. Elas, até, parecem ser coadjuvantes, mas assumem o protagonismo em momentos crucias. 

As janelas são meios (literais) por onde se resgatam vidas ameaçadas quando as portas estão emperradas. Metaforicamente são portais que nos conectam com a vida que pulsa do outro lado e  com o universo de mil possibilidades.  Abrimos as janelas para entrar a luz do sol e arejar o cheiro de mofo impregnado nas paredes.

Na Psicologia, grosso modo,  os gatilhos emocionais abrem JANELAS de memórias, nem sempre saudáveis, sim! No entanto, estes arquivos armazenados no inconsciente, quando acessados são verdadeiras Caixas de Pandora, lançando luz sobre nossas sombras mais sinistras, abrindo caminho para o processo de cura.


Nas JANELAS  nos debruçamos para sermos espectadores das cenas que se desenrolam nas ruas. São veículos de comunicação, por meio delas sintonizamos com o mundo exterior...

Independentemente do gênero, orientação sexual e identidade sexual, todo ser  abriga em si  a tal JANELA FEMININA. Ela é transgressora, libertadora, irreverente, colorida, florida. Muitas vezes, transformamo-la em varal para pendurar, intimidades, lembranças, afetos, saudades. São  aberturas, fendas, válvula de escape que nos esvaziam do tédio, enchendo-nos de sensibilidade e sutilezas , conectando-nos com "a porção mulher" (leveza) que habita em cada corpo prenhe de emoção.

 

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